sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A Crise Global e Apocalipse 13:16-17

Apoio Cultural: Global Distribuidora

Numa palestra para investidores americanos, o presidente do Banco Central brasileiro, Henrique Meirelles, afirmou que é preciso parar com as “piadas” a respeito da crise global: “É uma situação muito, muito séria”. [1]
Sim, o economista brasileiro – vencedor do prêmio Bravo, da revista de economia Latin Trade, na categoria ‘financista do ano’ – está certo. Aquilo que surgiu como uma bolha imobiliária, uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos, logo se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta – e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos.
A crise ocupa o espaço principal e mais generoso em toda a mídia. Está estampada nas capas das principais revistas. É destaque nas manchetes dos jornais – o principal jornal do país, Folha de S. Paulo, já até criou uma espécie de “selo” que a dimensiona em seu caderno “dinheiro”: “Crise Global” – e já está incorporada às conversas e preocupações das pessoas em geral.
“O Brasil é parte do mundo. Tivemos o bônus, agora vamos pagar o ônus por estar no mundo”, afirma o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto. A grande questão nesta tisunami gerada a partir desta que é a maior crise global desde 1929, arrasando economias de vários países, quebrando alguns dos maiores bancos e instituições dos Estados Unidos e do mundo e pondo em polvorosa os mercados financeiras, é onde ela vai desaguar.
Nesse quesito, embora os economistas e líderes mundiais divirjam um pouco tanto sobre o alcance da crise quanto sobre as medidas a serem adotadas, são unânimes ao afirmar que nada será como antes. As palavras ou expressões correntes são: “nova arquitetura financeira”, “nova (mais forte) regulação dos mercados”, “redesenhar a estrutura internacional da economia”, “novos mecanismos mundiais de controle ou regulação dos mercados financeiros”.
O que dizem os gurus da Economia
O problema é antigo e desde a quebra da Bolsa de Nova York, 1929, as crises se sucedem. “Há mais de 20 anos uma onda de crises financeiras acompanha a globalização”, afirma Robert Kurz. “Todas as medidas aparentemente bem-sucedidas para evitar uma ‘fusão nuclear’ do sistema financeiro internacional só lograram reformular o problema, em vez de solucioná-lo”. [2]
“Chegamos a um ponto crítico”, escreveu John Maynard Keynes em março de 1933. “Podemos divisar claramente o abismo ao qual nosso caminho atual nos conduz. Sem a ação dos governos, devemos esperar a progressiva dissolução da estrutura existente de contratos e instrumentos de dívida, acompanhada pelo completo descrédito da liderança ortodoxa nas finanças e no governo, cujo desfecho final não podemos prever”. [3]
Com a maior crise planetária desde 1929, as idéias de Keynes do máximo intervencionismo do Estado voltaram à moda – com toda força. “Não há mercado sem o Estado. O mercado resolveu os seus problemas – dentro das leis e regras do Estado. Só no Brasil encontrei liberais tão radicais”, sentencia o economista francês Guy Sorman.
O historiador inglês Paul Kennedy, autor de “Ascensão e Queda das Grandes Potências” (Editora Campus) assinala a nova distribuição mundial do poder: “ … o equilíbrio mundial está realmente mudando. Não em termos militares, porque os EUA respondem por metade do orçamento bélico mundial. A transformação fica evidente na composição das reservas internacionais estratégicas dos países”. [4]
Quando o jornalista pergunta se “É possível tirar alguma lição dessa crise”, Kennedy faz aquilo que nove em cada dez autoridades da área fazem – recomenda novos mecanismos mundiais de controle ou regulação financeira:
“O efeito dominó, de país a país e de banco a banco, fez os líderes perceberem que eles precisam trabalhar mais juntos. O Banco da Inglaterra e o Banco da Suíça entenderam que devem atuar conjuntamente com o Fed e o Banco do Japão e do Canadá, e assim por diante. O Banco Mundial e o FMI são instituições ótimas, mas até então, por causa da liberalização do fluxo de capitais, não havia nada relevante em matéria de concertação sobre sistemas bancários. Acho que poderá surgir uma espécie de cartel de bancos centrais das 12 maiores economias, comprometidas em atuar juntas para evitar que seus maiores bancos não quebrem. Esse grupo se reuniria com freqüência, possivelmente substituindo o G7 e o G8”. [5]
Muitos têm escrito e falado sobre a crise, dando suas receitas e apresentando o seu pacote de medidas para debelá-la; no entanto, ninguém foi tão direto ao ponto e didático como Jeffrey Garten, professor de Comércio Internacional e Finanças na Escola de Administração de Empresas da Universidade Yale. Num artigo de página inteira do caderno “Crise Global”, do principal jornal do país, Jeffrey chama a atenção com o título da sua matéria: “Mundo precisa de autoridade monetária”. [6]
Sem prejuízo para o leitor, reproduzo abaixo os principais trechos do referido artigo:
“Mesmo que a imensa operação de resgate financeiro dos Estados Unidos obtenha sucesso, ela deveria ser seguida por algo de muito mais abrangente – o estabelecimento de uma autoridade monetária mundial para fiscalizar mercados que não respeitam mais fronteiras. [...] Os bancos centrais também vêm sincronizando suas injeções de fundos nos mercados. Essas medidas devem ser passos em direção de uma resposta internacional mais abrangente concebida não apenas para apagar o atual incêndio, mas para reconstruir e manter os mercados de capitais em longo prazo”.
“O vácuo que existe no centro do sistema é perigoso para todos. [...] Por muitos anos, Wall Street e Washington não serão capazes de se manter sem forte cooperação de outros mercados. Além disso, as dimensões internacionais do mundo financeiro se tornaram estonteantes. Os ativos mundiais cresceram de US$ 12 trilhões em 1980 para US$ 200 trilhões em 2007, superando de longe o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em qualquer nação ou o ritmo de expansão do comércio. Montante crescente desse capital hoje reside na Ásia e no Golfo Pérsico, e não mais nos Estados Unidos e na Europa”.
Pegando emprestada uma expressão usada pelo escritor Max Lucado, diria que Jeffrey “vai direto na jugular”, sem tergiversações ou indiretas: “Todas essas considerações apontam para a necessidade futura de uma nova autoridade monetária mundial (AMM). Ela ditaria o tom para os mercados de capital de uma maneira que não seria visceralmente oposta a uma forte função de fiscalização pública, com regras de intervenção, e devolveria à formação de capital a condição de objetivo do crescimento econômico e do desenvolvimento, com o abandono da idéia de que é suficiente operar por operar”.
“O conselho da AMM seria formado por dirigentes de bancos centrais não apenas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da zona do Euro e do Japão, mas também da China, da Arábia Saudita e do Brasil. A instituição será financiada por contribuições compulsórias de todos os países capazes de pagar e por prêmios à maneira de seguros pagos pelas empresas financeiras do planeta – as de capital aberto, as estatais e as de capital fechado igualmente. Em termos de política norte-americana e internacional, a autoridade monetária mundial provavelmente representa uma idéia cujo momento ainda não chegou. Mas isso pode mudar, à medida que evolui a crise atual”.
A Nova Bretton Woods
O momento propício, de que fala o renomado professor da Universidade Yale, já chegou. Recentemente, quando a França apresentou proposta semelhante abrangendo a União Européia, o ministro das Finanças sueco, Andrés Berg, foi taxativo: “O mais importante agora é criar um bom corpo de bombeiros. Depois talvez possamos discutir normas de segurança”. [7]
Com a ação acanhada do FMI e do próprio Banco Mundial, em meio ao turbilhão da crise global, além de “ressuscitar” Keynes os economistas também trouxeram de volta um nome pouco conhecido “Bretton Woods”. O professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), Luiz Carlos Bresser Pereira foi um desses; num artigo intitulado “Nova Bretton Woods”, Bresser afirma:
“Nos próximos dias, os líderes políticos e econômicos dos grandes países reunir-se-ão para discutir uma Bretton Woods, ou seja, uma nova arquitetura e um sistema de regulação mais rigoroso para o sistema financeiro mundial”. [8]
Embora esteja claro o que Bresser e outros economistas querem dizer quando afirmam que o mundo precisa de uma “Nova Bretton Woods”, para o leitor poder assimilar em profundidade o que isso significa, lembramos que o termo é uma referência ao encontro histórico que, em 1944, redesenhou o sistema financeiro mundial.
Na reta final da Segunda Guerra Mundial, com a Europa destruída, 44 países se reuniram na cidade americana de Bretton Woods, sob a batuta dos EUA, criando instituições tais como o FMI e o Banco Mundial.
Para o economista Luís Gonzaga Belluzo, da Unicamp, a conjuntura mundial exige uma “supervisão financeira global”. “Talvez um novo organismo”, diz, “para evitar bolhas como a do subprime”. Quando indagado se seria o tal organismo um super Banco Central Internacional, Belluzo responde: “Essa era a proposta do [economista inglês John] Keynes [em 1944]. Ele defendia uma espécie de moeda internacional, com gestão multilateral, para servir como referência às reservas nacionais”. [9]
A proposta de Keynes não vingou e o dólar se estabeleceu definitivamente como a moeda internacional. Foi o chamado “padrão ouro”, que estabelecia um lastro do metal para cada dólar americano. Os demais países tinham então suas reservas referenciadas em dólar e poderiam trocar no Federal Reserve seus dólares por ouro. Em 1971, no governo Richard Nixon, os EUA abandonaram unilateralmente o sistema. Nascia o câmbio flutuante e começava a grande farra que veio desembocar na maior crise financeira de todos os tempos.
Remédio amargo
Os Estados Unidos precisam regular, e rápido, o seu sistema financeiro sob pena de não conseguirem controlar a atual crise e perderem sua hegemonia no setor, advertiu a economista Maria da Conceição Tavares em entrevista à Agência Reuters. “Ou os EUA resolvem quais são as regras agora, enquanto são donos do cassino, ou daqui a pouco não adianta nada porque não serão mais os donos. É mais fácil fazer acordo quando eu, que sou a banca, faço as regras e convido os demais a seguirem ou se adaptarem”, completa a professora da UFRJ e da Unicamp e uma das principais vozes da economia brasileira desde a década de 1970.
Como vimos no início deste artigo, a crise é “muito séria”; não existe esse negócio de “marolinha”, como haviam rotulado o Presidente Lula e a sua “favorita” ministra Dilma Rousseff. “Nunca chegamos tão perto de um colapso completo do sistema, desde os anos 30”, afirma o megainvestidor George Soros.
Para situações drásticas, atitudes drásticas. É isso que espera o novo presidente americano, Barack Obama. Não é à toa que a jornalista Kathleen Parker, colunista do “Washington Post” e comentarista da NBC, escreveu um artigo publicado nesta quarta-feira com o título “Parabéns e pêsames”. “Os dois maiores desafios do novo presidente são a economia e a política externa, dois pedaços do mesmo rolo de tecido. Quem for presidente [ela escreveu antes de saber o resultado] terá que aceitar uma velha máxima conservadora segundo a qual é preciso fazer o que é necessário, mesmo que doa”. [10]
O apocalipse, como já foi tratado aqui em outros artigos, nos mostra que no final da história, pouco antes da volta de Jesus, haverá uma conjugação dos poderes terrestres contra o fiel povo de Deus (Apocalipse 12:17 e 14:12). Neste conluio, estarão unidos a Igreja e o Estado e será promulgado um decreto religioso com aplicação no campo econômico:
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte; para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” (Apocalipse 13:16-17).
Faz alguns anos, um jornalista da revista Veja, numa entrevista publicada nas páginas amarelas da revista, fez a seguinte pergunta para a senhora Alice Rivlin, citada na época como a mais poderosa economista americana:
“Veja – O banco central americano, o Fed, já mexe com a economia de todo o mundo, quando toma suas decisões. Vai existir algum dia um banco central mundial?
Rivlin – Os bancos centrais hoje se relacionam de modo muito intenso e, eventualmente, vai existir um mecanismo mundial de controle de moeda”. [11]
Sim. Há muito tempo inúmeras forças – principalmente nos campos político e religioso – vêm trabalhando em prol desta união. O mundo está maduro e com o palco preparado para os eventos finais da História. Todos os atores e protagonistas mundiais estão assumindo os seus papéis e, de forma consciente ou não, seguindo o “script” das profecias.
Olhando para o quadro que se forma no cenário mundial, pergunto: Como negar que estamos, de fato, vivendo os dias finais da História? Como duvidar que o Senhor Jesus está voltando?
Elizeu C. Lira, Editor do site IASD em Foco

Fonte: http://iasdemfoco.net/mat/temalivre/abrejanela.asp?Id=181.
Referências:
1. Folha de S. Paulo, 25 de outubro de 2008.
2. Idem, 28 de setembro de 2008.
3. Idem, 19 de outubro de 2008.
4. Idem, 25 de outubro de 2008.
5. Ibidem.
6. Idem, 26 de setembro de 2008.
7. Idem, 5 de novembro de 2008.
8. Idem, 3 de novembro de 2008.
9. Idem, 23 de outubro de 2008.
10. Idem, 5 de novembro de 2008.
11. Veja, 26 de agosto de 1998.

Cinematurgia, comprova que estamos no fim... ACORDEM, JESUS ESTÁ VOLTANDO!



Sinopse
A História mostra à luta de um arqueólogo para salvar o mundo. Ele percebe que acontecimentos estranhos estão se passando em São Francisco. Agora é a hora de agir e, para isso, ele terá que contar com toda a sua coragem já que a batalha poderá decidir para sempre o destino da humanidade. A produção conta com muita ação e bons efeitos especiais.



Informações Técnicas
Título no Brasil: Os Últimos Dias Do Planeta Terra
Título Original: Final Days Of Planet Earth
País de Origem: EUA
Gênero: AçãoClassificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 175 minutos
Ano de Lançamento: 2006
propertyId=TheFinalDaysOfPlEstúdio/Distrib.: Alpha FilmesDireção: Robert Lieberman



Cinco pessoas aceitaram a Jesus depois de assistir a série, Deixados para Trás, no bairro da Mangueira O projeto missionário lançado no templo da Assembléia de Deus–Ministério da Reconciliação, localizado na Avenida Ponte Preta, Lote 01, Quadra 112, no bairro da Mangueira, em Itaguaí, deixou a igreja lotada, na noite de terça, dia 22. O motivo foi à exibição dos filmes “Deixados para Trás I e II”.
Além, da exibição da série para a comunidade, o projeto missionário lançado pelo Pastor Presidente Augusto Xavier inclui, também, estudo bíblico, louvor, mensagem bíblica, distribuição de folhetos e uma equipe de visitas no bairro.
Durante a exibição do filme, representantes de movimentos evangélicos, Grupos Jovens e a comunidade puderam assistir 95 minutos da obra ficcional de temática cristã que narra os últimos dias na Terra após o arrebatamento da igreja de Cristo, baseadas nos eventos descritos no livro de Apocalipse de São João na Bíblia Sagrada. Num momento cataclísmico, milhões de pessoas em todo o mundo desaparecem. Em meio à confusão global, o comandante Rayford Steele terá de encontrar sua família, suas respostas, e a verdade. Os dois filmes da série Deixados para Trás - o filme, é uma produção da Cloudten Pictures/Namesake Entertainment e distribuido pela FlashStar. O primeiro DVD teve uma vendagem de 3 milhões de exemplares nos EUA. Em 2001 foi indicado para o Video Premiere Award nas seguintes categorias: Melhor Diretor, Melhor Cena de Ação, Efeitos Especiais. O Deixados para Trás II - Comando Tribulação, em 2003 foi indicado para o Premiere Award na categoria Melhor Cena de Ação, e para o Golden Reel Award na categoria Melhor Edição de Som.
O projeto missionário, aberto com uma oração e a mensagem da Palavra de Deus, não se resumiu, porém, à exibição do filme. No espaço ao ar livre foi oferecido um lanche para a garotada com direito a pipoca e refrigerante. Ana, uma das responsáveis pelo projeto, falou emocionada sobre o sucesso do filme e da nova vida em Cristo das cinco pessoas que se converteram na ocasião da exibição do DVD. "É uma oportunidade ímpar de divulgar o evangelho de Jesus Cristo em forma de entretenimento para as novas gerações", afirmou. Para o pastor Xavier a narrativa dos últimos dias no filme “Deixados para Trás I e II”, proporcionou um avivamento espiritual aos participantes. “Passamos dois filmes na igreja da série Deixados para Trás. Apesar de ser um filme cristão, é uma obra de ficção que fala muito com as pessoas porque, trata do assunto, "vinda do anticristo" e isso é impactante, pois acredito que estamos vivendo os últimos dias na Terra. Por isso precisamos vigiar e orar para que o dia do arrebatamento seja uma festa e não um desespero, pois quando o "anticristo" estiver reinando, não haverá forma de impedir suas maldades, pois realmente é uma profecia que se cumprirá. Assistam!!!, pediu o pastor.

Falsos profetas invadem as igrejas (Mateus 24:11; 7:22-23)



De uma filha espiritual muito amada recebi o e-mail abaixo, o qual logo respondi, pois vejo que não se pode perder tempo, quando o futuro espiritual dos cristãos sinceros está perigando por causa dos falsos profetas que estão se espalhando mais depressa do que erva daninha, dentro das igrejas institucionalizadas.

Olá Mary!

Você, por acaso, ou sem acaso mesmo, já ouviu falar do Pr. Don Lynch? Pois, no dia 22/7/07 esse “pastor” esteve numa igreja e entregou a seguinte profecia:
“Em 7 de março de 2003 Deus me deu uma visão profética sobre o Brasil - Nessa visão, eu vi a América do Sul inteira e Jesus estava deitado de bruços sobre o Brasil coberto com poeira. Jesus levantou-se, firmou Seus pés e balançou-se e o vento levou a poeira, significando que Ele estava esperando para cumprir Sua vontade”. [Aqui o “profeta” esqueceu de dizer que o Jesus dele precisaria usar um bom espanador para retirar a poeira que lhe cobria os olhos de vidente. - MS]
“Jesus fundou essa Nação e trouxe para cá culturas e pessoas de outras nações porque Ele quer usar para evangelizar aqueles povos”. [Aqui o Jesus do “profeta” demonstrou que é muito fraco no vernáculo, pois nem soube dizer “usá-la”, referindo-se às nações antes por Ele mencionadas, em vez de simplesmente “usar”].
“Quando Deus quer fazer alguma coisa, Ele declara Seus propósitos com Sua igreja, pois certamente o SENHOR, o soberano, não faz coisa alguma sem revelar os seus planos aos seus servos, os profetas, Amos 3:7” [Acho interessante que todo profeta reconstrucionista ou dominionista da classe peStecostal, sempre apela para o Velho Testamento, usando as palavras dirigidas por Deus exclusivamente à nação de Israel, em vez de observar que nós somos a IGREJA e nada temos a ver com essas profecias de reconstrução. Essa geração de “pentecas” é inimiga do Apóstolo Paulo, o qual condena o “outro evangelho” que eles pregam, mesmo porque o evangelho paulino não dá lucro - MS].
“Uma vez que Ele falou, nada poderá impedir que aconteçam os propósitos de Deus. Os olhos do Senhor eram como chamas de fogo ao redor do Brasil”. [Aqui o “profeta” plagiou descaradamente Apocalipse 1:14]. “Eu pude experimentar daquele fogo”. [Pena que não tenha sido incinerado ali mesmo, pois seria um falso profeta a menos, no mundo atual - MS]
“Eu sentia aquele fogo queimando por amor ao Brasil! Deus tem um coração incendiado de amor por esta Nação! Não somos nós que o Escolhemos, foi Ele quem nos escolheu para evangelizar o mundo e frutificar”. [Aqui o “profeta” plagiou João 15:16]. “Jesus reivindica o Brasil para Si!” - O Senhor disse "O Brasil é meu."
[O Jesus desse profeta anda mesmo desesperado, pois está reivindicando coisas, que Ele, como SOBERANO, poderia realizar facilmente, usando o Seu AMOR e a Sua Justiça. Se esse Jesus fosse de fato o da Bíblia, Ele não precisaria reivindicar coisa alguma, pois todo o poder Lhe foi dado no céu e na terra (Mateus 28:16). Uma coisa é certa: esse “profeta”, autor do bestseller “No Espírito e no Poder de Elias”, esnobando o título de “Doutor”, e sendo um preletor internacional nas igrejas e retiros de jovens, costuma usar apenas os versículos da Bíblia que interessam ao seu ministério. Isso, aliás, sempre acontece com os líderes visionários, propositados, ecumenistas e novaerenses, sobretudo na classe dos peStecostais. Lynch tem o seu ministério exatamente na rua Azuza, nos Estados Unidos, local onde “Espírito Santo” deu o primeiro sopro pentecostal na América.
“Esta terra é do Senhor! Jesus tem paixão por aquele que é dEle” [Paixão é uma coisa típica do homem e o Senhor é divinamente equilibrado para temperar o Seu amor, sem se deixar levar por paixão alguma - MS]
Prosseguindo, ele pregou para a igreja em cima desse tipo de “profecia” reconstrucionista, dizendo que “a igreja precisa se preparar para cumprir os propósitos de Deus”. Ele prosseguiu: “Enquanto isso, líderes proféticos, preparação e treinamento são exatamente, o que a igreja vai receber, a fim de ficar preparada para o que há de vir. Os intercessores já estão ouvindo o som daquilo que Deus deseja fazer; Deus está chamando jovens para se tornarem profetas e líderes; o Brasil tem paixão pelo louvor, pela adoração, Deus está santificando a adoração nesta geração!”
A teologia desse “Doutor” é exatamente igual aos heréticos ensinos de Rick Joyner, aquele cara de pau do livro “The Final Quest”, o qual afirma ter ido ao terceiro céu (numa de suas visões) e ali conversado com o Senhor, enquanto Paulo e os demais autores do Novo Testamento estavam confinados ao primeiro céu.
Aqui termina o resumo das profecias entregues por esse vidente “grávido de doutorados”, segundo o registro por mim recebido. Mesmo com tantos títulos acadêmicos, Lynch ignora que a música do “louvor” por ele referida é simplesmente abominável aos olhos de Deus, pois é oriunda de terreiros de macumba e de centros ocultistas africanos, uma vez que essa turma jovem rejeita o perfeito louvor cristocêntrico, deleitando-se em músicas antropocêntricas, que agradam o EGO do compositor/cantor, porém desagradam ao Senhor.
Ele também ignora que o Deus da Bíblia se agrada dos hinos sacros e eruditos, cantados em espírito de perfeita adoração e não em espírito de sensualismo, o qual faz o crente rebolar, dançar e gesticular com as mãos, exatamente como acontece nos shows dos cantores mundanos.
Como observa, sabiamente, a autora do e-mail, “esses profetas estão tentando nos desviar da obrigação cristã de batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3).
O pior é que a igreja onde aconteceu essa enxurrada profética é a "igreja mãe" da que ela freqüenta, o que significa que os falsos ensinos do tal “profeta” bem depressa serão implantados ali. Isso porque o pastor dessa igreja costuma dizer: “devemos seguir a igreja mãe”! Por que esse pastor não ensina os membros de sua igreja a seguirem exclusivamente as doutrinas do Novo Testamento, em vez de seguirem os ensinos da “igreja mãe”, obviamente iludida pelos falsos profetas modernos? A única “Igreja” que pode reivindicar o título de “Mãe” é exatamente a “Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana" a “Mãe das Prostituições e Abominações da terra” (Apocalipse 17:5). E todo pastor que envereda pelo Reconstrucionismo, cai aos pés do papa, pois esse movimento é uma vertente exata do Dominionismo de Agostinho de Hipona.

Mary Schultze, 04/04/2007
http://www.cpr.org.br/Mary.htm

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

DEUS MOSTRA QUEM É QUE DÁ A ÚLTIMA PALAVRA.



O misterioso "Relámpago del Catatumbo" é um fenômeno natural único no mundo. Localizado onde o rio Caratumbo desemboca no lago Maracaibo (Venezuela), o fenômeno consiste em relâmpagos de nuvem entre nuvem que forma arcos voltaicos com mais de cinco quilômetros de altura durante 150 dias do ano, 10 horas por noite, 280 vezes por hora.
Essa tempestade quase permanente ocorre sobre os banhados entre o rio e o lago e é considerada o maior gerador de ozônio do planeta, julgando pela intensidade e grande freqüência das descargas. A área sofre aproximadamente 1.176.000 descargas elétricas por ano, com uma intensidade de até 400 mil amperes, visíveis a 400 km de distância. Esta é a razão pela qual a tempestade é conhecida como o “Farol Maracaibo”, pois sua luz é usada há eras por embarcações.A colisão com os ventos provenientes dos Andes causa as tempestades e os relâmpagos, que são o resultado de descargas elétricas através de gases ionizados (metano), criado pela decomposição de matéria orgânica nos banhados. Como o metano é mais leve do que o ar ele sobe até as nuvens, alimentando as tempestades. Alguns ambientalistas locais esperam colocar a área sobre proteção da UNESCO, por ser um fenômeno excepcional e grande fonte regeneradora do ozônio.
A chuva de peixes de HondurasA chuva de peixes é comum no folclore de Honduras. Ela ocorre em Yoro entre maio e julho. Testemunhas deste fenômeno dizem que começa com uma nuvem escura no céu seguida por relâmpagos, trovões, fortes ventos e chuva durante duas ou três horas. Quando a chuva para, centenas de peixes vivos são encontrados no chão. As pessoas levam os peixes para casa para consumi-los. Desde 1998 um festival conhecido como “Festival de la Lluvia de Peces” (Festival da Chuva de Peixes) é celebrado todo ano na cidade de Yoro, departamento de Yoro, em Honduras.
Entre 27 de julho e 23 de setembro de 2001 esporadicamente caiu, no estado de Kerala, ao sul da Índia, uma chuva vermelha. Pesadas torrentes ocorreram nas quais a chuva tinha cor vermelha, manchando roupas com uma aparência similar à do sangue. Chuvas amarelas, verdes e vermelhas também foram registradas.
Duas vezes ao ano, entre fevereiro e março, as águas do Oceano Atlântico invadem o rio Amazonas gerando a onda mais longa do mundo. O fenômeno conhecido como Pororoca é causado pelas marés oceânicas que encontram a desembocadura do rio. Essa maré gera ondas de até 3,5m de altura que duram por mais de 30 minutos.
O nome “Pororoca” tem origem na língua Tupi que significa “grande barulho destrutivo”. A onda pode ser ouvida por 30 minutos antes de sua chegada e é tão poderosa que carrega tudo: árvores, moradias locais e todo o tipo de animais.A onda tem sido popular com os surfistas. Desde 1999 há um campeonato anual em São Domingos do Capim. Porém, surfar na Pororoca é extremamente perigoso, pois a água contém uma grande quantidade de destroços arrancados das margens do rio (comumente árvores inteiras). No livro Guiness dos Recordes consta o recorde para um paranaense: RECORDE DE DISTÂNCIA DE SURFE EM POROROCA - O recorde de maior distância percorrida surfando numa onda de pororoca é de 10,1km e foi estabelecido por Sérgio Laus (Brasil), surfando na pororoca do rio Araguari, Amapá, Brasil, continuamente por 33min 15s, em 24 de junho de 2005. É o sonho de todo surfista: pegar uma onda que quase nunca acaba.
Durante a primavera na Dinamarca, à aproximadamente meia hora antes do pôr do sol, um bando de mais de um milhão de estorninhos malhados (Sturnus vulgaris) se unem vindas de todos os cantos para se encontrar em uma incrível formação. Este fenômeno é chamado de Sol Negro (na Dinamarca), e pode ser testemunhado no início da primavera através dos banhados do oeste daquele país, de março até a metade de abril. Os estorninhos migram, vindas do sul, e passam o dia nos prados, coletando comida e dormindo na vegetação do banhado durante a noite.
Não é um arco-íris de verdade, mas é um efeito semelhante, chamado de “arco circunhorizontal”, causado pela difração dos raios de sol nos cristais de gelo que formam uma nuvem tipo cirrus, o que ocorre sob condições especiais de posição entre o sol e das nuvens.O fenômeno ocorre quando o sol está no alto do céu (mais alto do que 58º sobre o horizonte), e a luz passa através de uma nuvem diáfana tipo cirrus de grande altitude feita com cristais hexagonais. A Luz entra pela face vertical e é refratada, como em um prisma, e separada no conjunto das cores visíveis. Quando a face dos cristais está perfeitamente alinhada em paralelo com o solo o resultado é um espectro brilhante de cores que se parecem com um arco-íris.
A ciência comprova todos os sinais que João recebeu do anjo na Ilha de Patimos, e ela que antes não era muito tolerante à existência de um Deus todo poderoso, está recorrendo ao mesmo, ao divulgar certas realidades na mídia mundial ( www.)

O que é Direção Defensiva?



Dirigir defensivamente é o ato de conduzir o veículo de modo seguro, para evitar qualquer tipo de acidente.Além dos procedimentos fundamentais para realizar uma viagem segura, como respeitar a sinalização e os limites de velocidade, utilizar cinto de segurança nos bancos dianteiros e traseiros, transportar crianças em dispositivos adequados, outras dicas são importantes para a prevenção de acidentes nas rodovias.
Esse tipo de direção, tem como principal finalidade mostrar que além de você, existem outros condutores e pedestres, que também exigem cuidados.Portanto lembre-se: Dirigir defensivamente consiste em estar atendo com você e com os outros ao seu redor.
Curvas
· Um dos segredos de dirigir com segurança é saber fazer uma curva corretamente. Nunca entre em excesso de velocidade numa curva. Freie sempre antes. Caso seja inevitável frear durante a curva, não pise no freio de uma só vez, dê leves pisadas, acertando a direção do veículo. Ao frear na curva, seu carro perde a aderência ao solo porque a força centrífuga tende a jogá-lo para fora da pista Você deverá fazer a curva pisando levemente no acelerador, o que aumenta a aderência do seu carro.
· No caso de uma curva fechada e em descida é aconselhável trocar a marcha por outra mais reduzida (terceira ou segunda). Assim você pode continuar acelerando.
Distância · Mantenha a distância: grandes filas de veículos são muito perigosas, principalmente quando os carros estão colados. Qualquer freada mais brusca pode iniciar colisões sucessivas. Quanto maior a velocidade do tráfego, maior deve ser a distância entre carros. Só assim você pode acompanhar, com segurança e a tempo, as evoluções do tráfego. · Mantenha 2 segundos de distância do veículo que segue a sua frente. Como regra básica, utilize um ponto de referência como, por exemplo, uma árvore. Após o veículo da frente passar pelo ponto de referência, comece a contar 51, 52 (representam dois segundos). Se o seu veículo ultrapassar o ponto de referência após você ter pronunciado 52, então você estará mantendo uma distância adequada. · O deslocamento de ar causado por veículos maiores (caminhões, ônibus e carretas) afeta a estabilidade de seu veículo com impulso lateral; deve-se acelerar se for ultrapassar ou reduzir se for ultrapassado. · Os ventos transversais, também, interferem na estabilidade de seu veículo. Quanto mais rápido se anda, mais “leve” fica o veículo, devido ao colchão de ar que se forma entre o fundo dele e a pista. Mantenha os vidros entreabertos, segure firmemente o volante e reduza a velocidade em situações desse tipo.




Apoio Cultural:


Clinica de Psicologia Auto-estima ( Convêniada ao DETRAN-BA )


Pc 31 de Março, 1Campo América - Jequié - BA
Tel: (73) 3525-4258 3526-2432


terça-feira, 24 de novembro de 2009

MASTURBAÇÃO É PECADO?



Masturbação é pecado?
Vivemos em uma era de liberdade de expressão e de um estilo “livre” de vida. Hoje vemos nos filmes, nas novelas, nas músicas, nas danças, nas roupas da moda, etc., uma comercialização do sexo. Em Gênesis 1:28, Deus disse ao homem: “E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”, ou seja, o sexo tinha uma função procriativa e fez Deus uma mulher idônea para Adão para que, dela, ele desfrutasse e, com ela, enchesse a terra (Gn 2:18).
Hoje em dia o sexo está tão banalizado que não há mais aquela expectativa dos noivos em se descobrirem aos poucos, em maravilharem-se um com o outro vivendo uma novidade maravilhosa de um toque, de uma fragrância, de surpresas que fortalecem o casamento e o amor. Com tamanha sobrecarga de “normal” (sexo antes do casamento é normal, homossexualismo é normal, filhos drogados é normal, você tem que aceitar…), porque não devemos ensinar nossos filhos a se masturbarem? Não é normal?
Vamos falar de áreas cinzentas da moralidade
Ao considerar as questões sexuais que não estão especificamente relacionadas na Escritura, tenha em mente certas experiências pré-sexuais que conduzem facilmente à lascívia ou à luxúria.
Nossos pensamentos
A batalha pela pureza sexual sempre começa na mente. Aquilo em que pensamos constantemente, acabamos fazendo. Enchemos nossa mente com o bem ou o mal, o puro ou o impuro, o certo ou o errado. Muitos crentes tentam abrigar ambas as tendências em seus pensamentos.
O pecado sexual declarado é concebido na mente, desenvolvido em várias experiências pré-sexuais, e finalmente torna-se realidade, quando a oportunidade aparece. Não somente a imoralidade resultante é pecado – os pensamentos impuros também são pecados. As palavras de Jesus, no Sermão da Montanha, são freqüentemente citadas a este respeito: “Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mt 5:27,28). Não se confunda, a ponto de dizer: “Visto que já pequei em meu coração, posso também pecar com o corpo”. Estes pecados não são os mesmos! Um é o pecado da mente, e em pensamento apenas uma pessoa peca. O outro é um pecado da mente e do corpo, e, com o corpo, duas pessoas pecam. Na mente, não há união física. Com o corpo, os dois chegam a se conhecer um ao outro de maneira irreversível. Note que, em Mt 5:28, Jesus menciona não apenas olhar, mas olhar para cobiçar. Isto implica um desejo ativo, imaginando uma união ou contato sexual.
Paulo diz que o crente de espírito controlado, na batalha espiritual, está “levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo” (II Co 10:5). E Pedro diz: “Cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios… não vos conformeis às concupscências que antes tínheis na vossa ignorância” (I Pe 1:13,14). Não podemos impedir todo pensamento impuro de entrar na mente, porém somos realmente capazes de controlar os pensamentos que permanecem e se desenvolvem.
Nossos olhos
O que nossos olhos vêem e lêem produz e controla a maior parte de nossos pensamentos. As Escrituras ensinam que os olhos são a “candeia do corpo” (Mt 6:22,23) e que se os “olhos forem maus”, o corpo “será tenebroso”. Esta verdade descreve mais do que um fato físico. Refere-se ao que os olhos deixam entrar na mente.
O apóstolo João adverte contra a “concupiscência dos olhos” (I Jo 2:16). Salomão escreveu: “Dirijam-se os teus olhos para a frente e olhem as tuas pálpebras diretamente diante de ti. Pondera a vereda de teus pés, e serão seguros todos os teus caminhos” (Pv 4:25,26). Salomão também diz: “Filho meu, dá-me o teu coração; e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos. Porque cova profunda é a prostituta; e o poço estreito é a aventureira” (Pv 23:26,27).
Devemos nos afastar da pornografia que vem sendo despejada em nosso caminho, lembre-se: “os olhos são a candeia do corpo”. Se você não resiste à tentação, não olhe. Você não pode ser tentado a se masturbar se estiver lendo passagens da Bíblia.
Masturbação é pecado? A maioria dos não-crentes e também muitos crentes crêem que a masturbação não apresenta nenhum problema. Certamente, não acham que é pecado e que só constitui um problema quando é uma obsessão e um substituto psicológico total para as relações sexuais normais.
Masturbação é pecado?
A maioria dos não-crentes e também muitos crentes crêem que a masturbação não apresenta nenhum problema. Certamente, não acham que é pecado e que só constitui um problema quando é uma obsessão e um substituto psicológico total para as relações sexuais normais.
A muitos mitos sobre a masturbação, em escritos católicos e protestantes antigos, a este respeito. Alguns destes mitos são que a masturbação causa danos físicos, que destruirá a habilidade sexual no casamento ou que causará distúrbios emocionais. Estes mitos eram basicamente táticas para amedrontar e tinham pouca base em fatos.
Não há passagem específica na Escritura que fale diretamente da questão da masturbação. Há quem chame a atenção para Gn 38:8-10 e I Co 6:9-10. Concordo com o escritor Herbert J. Miles, que estas passagens não falam de masturbação.
Mesmo assim, a Bíblia fornece orientações que lhe permitirão decidir se a masturbação é pecado ou não. Reflita sobre as seguintes observações:
1. Vejamos à definição de lascívia e luxúria: “Gratificação dos sentidos u indulgência para com o apetite; dedicado aos ou preocupado com os sentidos” e “desejo sexual intenso”. A masturbação encaixa-se definitivamente nestas definições (veja Gl 5:19). Pode-se praticar a masturbação sem lascívia ou luxúria?
2. O teste seguinte é o de sua vida mental. Jesus disse: ” Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mt 5:27,28). Quando uma pessoa pratica masturbação, o que se passa em sua cabeça? As cachoeiras de Paulo Afonso? Pode alguém se masturbar sem imaginar um ato sexual ou ao menos cenas sensuais? O que é que você acha? Se você pratica a masturbação, pode sua mente permanecer pura?
3. Em seguida, reflita sobre a santidade e a intenção da relação sexual no casamento. Sem sombra de dúvida, a masturbação é uma tentativa de experimentar as mesmas sensações que são atribuídas ao casamento. É um substituto do ato verdadeiro – uma farsa, uma falsificação, um dolo.
4. A masturbação é também totalmente egocêntrica. Uma das características do egocentrismo é a auto-indulgência. Paulo descreve o modo de vida de quem é controlado por Satanás, dizendo: “Todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (Ef 2:3).
5. Finalmente, a masturbação pode nos levar à escravidão. Quando uma pessoa é dominada por uma indulgência carnal, ela peca. “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências” (Rm 6:12). Paulo também diz: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (I Co 6:12). Você é escravo da masturbação?
Reflita sobre os cinco enunciados acima, para determinar se, para você, a masturbação é pecado.
Liberte-se!
O impulso sexual é uma parte normal, dada por Deus, de qualquer homem ou mulher saudável. Envergonhar-se disto é duvidar da bondade de Deus para conosco. Abusar dele é contrariar a graça que Deus tenciona para nós. Ele nos criou com muitos impulsos e desejos, que podemos desenvolver ou usar de maneira errada. Como um deles, o impulso sexual ativa ou destrói os relacionamentos, de acordo com seu controle e aplicação.
A masturbação é um problema comum. Não devemos ter medo de conversar sobre ela nem de ajudar as pessoas a superá-la. Homens e mulheres acham que é um hábito igualmente opressivo, e buscam ajuda para a superação do problema. Compaixão, e não condenação, deve ser nossa resposta.
Minha conclusão é que a masturbação não deve fazer parte da vida do crente. I Coríntios 6:18-20, Gálatas 5:19 e I Tessalonicenses 4:3-7 são passagens que falam sobre a questão do uso de nossos corpos devidamente no sexo. Embora não possamos assentar todos os argumentos que dizem que a masturbação é pecado, não podemos negar que ela é resultado da lascívia e da paixão. Mas, na liberdade da graça de Deus, podemos escolher fazer o que é sagrado e direito aos olhos de Deus.
Fonte: Jerry White